“Não sou racista, mas...”: motivações linguísticas da proverbial retórica à brasileira para a negação do racismo

Autores

  • Paulo Sérgio de Proença UNILAB - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira

DOI:

https://doi.org/10.13102/cl.v18i2.1889

Resumo

A expressão “não sou racista, mas...” é muito frequente nas redes sociais. Quem o utiliza é ou não racista? Este artigo analisa o valor linguístico e histórico da expressão. O caminho metodológico escolhido é a pesquisa bibliográfica. A análise serve-se de elementos da Pragmática e da Retórica. Ao que tudo indica, ela veicula racismo de forma ostensiva, embora tenha intenção de negá-lo.

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Biografia do Autor

Paulo Sérgio de Proença, UNILAB - Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira

Bacharel em Letras e Linguística, Mestre em Educação, Doutor em Letras

Insituto de Humanidades e Letras

Referências

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Publicado

2017-12-18

Como Citar

Proença, P. S. de. (2017). “Não sou racista, mas.”: motivações linguísticas da proverbial retórica à brasileira para a negação do racismo. A Cor Das Letras, 18(2), 336–344. https://doi.org/10.13102/cl.v18i2.1889